Nem de longe posso dizer que os anos não me assustam. Ontem mesmo tinha dez anos, brincando de ser criança, sorrindo de cada momento, ou então fazendo birra. Hoje a palavra de ordem é responsabilidade. Você tem... Você deve...
Isso me assusta! Mas não mais que o amanhã, o amanhã com minha própria família, lar e emprego. Quem diria que a menininha que odeia jujubas iria algum dia, poder sair sozinha rsrs.
Com que intensidade nós devemos viver? Boa pergunta!
O “X” da questão não está em intensidade e sim em qualidade. Tenho certeza que soltar a perua não iria me deixar suficientemente feliz quanto ir à igreja (Servir a Deus), viajar, gargalhar, amar. Isso, ou melhor, não apenas isso , mas, sem exageros. Tudo na mais perfeita dose.
É fácil perceber a inexistência dos conceitos paradoxais que existem por ai. Tudo está dentro de ti, por isso tudo é uma descoberta íntima. Viver tudo ao seu tempo é despertar racionalmente todos os sentimentos, evitando indefinições, sofrimentos e anseios. Os medos?! A gente os vence!
(Escrevo, sorrio, choro, caio, brinco, solto piadinha, amo, faço careta...)
Isso me assusta! Mas não mais que o amanhã, o amanhã com minha própria família, lar e emprego. Quem diria que a menininha que odeia jujubas iria algum dia, poder sair sozinha rsrs.
Com que intensidade nós devemos viver? Boa pergunta!
O “X” da questão não está em intensidade e sim em qualidade. Tenho certeza que soltar a perua não iria me deixar suficientemente feliz quanto ir à igreja (Servir a Deus), viajar, gargalhar, amar. Isso, ou melhor, não apenas isso , mas, sem exageros. Tudo na mais perfeita dose.
É fácil perceber a inexistência dos conceitos paradoxais que existem por ai. Tudo está dentro de ti, por isso tudo é uma descoberta íntima. Viver tudo ao seu tempo é despertar racionalmente todos os sentimentos, evitando indefinições, sofrimentos e anseios. Os medos?! A gente os vence!
(Escrevo, sorrio, choro, caio, brinco, solto piadinha, amo, faço careta...)
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