Em ti, Senhor, me refugio; não seja eu jamais envergonhado. Livra-me por tua justiça e resgata-me; inclina-me os ouvidos e salva-me. Sê tu para mim uma rocha habitável em que sempre me acolha; ordenaste que eu me salve, pois tu és a minha rocha e a minha fortaleza. Livra-me, Deus meu, das mãos do ímpio, das garras do homem injusto e cruel, Pois tu és a minha esperança, SENHOR Deus, a minha confiança desde a minha mocidade.

Sl 71:1-5


sexta-feira, 16 de julho de 2010

Longe

Nem de longe posso dizer que os anos não me assustam. Ontem mesmo tinha dez anos, brincando de ser criança, sorrindo de cada momento, ou então fazendo birra. Hoje a palavra de ordem é responsabilidade. Você tem... Você deve...
Isso me assusta! Mas não mais que o amanhã, o amanhã com minha própria família, lar e emprego. Quem diria que a menininha que odeia jujubas iria algum dia, poder sair sozinha rsrs.
Com que intensidade nós devemos viver? Boa pergunta!

O “X” da questão não está em intensidade e sim em qualidade. Tenho certeza que soltar a perua não iria me deixar suficientemente feliz quanto ir à igreja (Servir a Deus), viajar, gargalhar, amar. Isso, ou melhor, não apenas isso , mas, sem exageros. Tudo na mais perfeita dose.
É fácil perceber a inexistência dos conceitos paradoxais que existem por ai. Tudo está dentro de ti, por isso tudo é uma descoberta íntima. Viver tudo ao seu tempo é despertar racionalmente todos os sentimentos, evitando indefinições, sofrimentos e anseios. Os medos?! A gente os vence!
(Escrevo, sorrio, choro, caio, brinco, solto piadinha, amo, faço careta...)

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